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Não desista nunca...

Em meio a muitos desafios trouxe essa crônica da nossa amiga Martha Medeiros, que me fez refletir sobre a importância do caminhar... Tanto para nós estudantes da especialização, como para as alunas do PEAD que estão se encaminhando para a finaleira do curso de Pedagogia e cabe a nós muitas vezes reacender a luzinha da motivação nelas... Se você não acreditar naquilo que você é capaz de fazer; quem vai acreditar? Dizer que existe uma idade certa, tempo certo, local certo, não existe. Somente quando você estiver convicto daquilo que deseja e esta convicção fizer parte integrante do processo. Mas quando ocorre este momento? Imagine uma ponte sobre um rio. Você está em uma margem e seu objetivo está na outra. Você pensa, raciocina, acredita que a sua realização está lá. Você atravessa a ponte, abraça o objetivo e não olha para traz. Estoura a sua ponte. Pode ser que tenha até dificuldades, mas se você realmente acredita que pode realizá-lo, não perca tempo: vá e faça. Agora, se ...

Hora de sintetizar...

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Chegou o nosso momento de sintetizar, parar, refletir sobre a nossa caminhada no PEAD como tutores. Hora de escrever a síntese e preparar-se para o workshop. Agora no lugar de alunos, como é bom estar trocando de posição nesse meio acadêmico, faz-nos sentir uma mistura de sensações... Prazo acabando, tarefas acumulando, mas vamos lá, somos capazes!!!

É que é ser tutora?

Muito mediadora,  buscando ser pesquisadora, as vezes amadora, experiência de professora, segue atuadora, e até defensora.

Encerrando mais um ano...

E mais uma etapa se finda, muitas aprendizagens ficarão, e que as próximas sejam maravilindas, muitos desafios virão! Gratidão as experiências, aos momentos memorizados, e acima de tudo as essências, aos amigos colecionados. Que em 2019 sigamos juntos, nessa trajetória de aprendentes, com momentos profundos, e reflexões ardentes.

Dezembro começando com reflexões...

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         Na aula presencial de Avaliação da aprendizagem com professor Daniel Lopes discutimos em grupos os textos de  ALBUQUERQUE, R. A.  e  BEHENCK, R. L.; CARVALHO, M. J.                A ideia é que cada grupo elencasse aspectos relevantes de cada texto, seguem algumas reflexões pessoais sobre as leituras: -A avaliação não pode ser feita sem objetivo em si, de certa forma precisa elencar as aprendizagens e retornar ao aluno. Até por que não deve ser classificatória, logo me remeto a Jussara Hoffmann que trata da avaliação mediadora, como ela diz: " Como alternativa à avaliação classificatória é proposta a avaliação mediadora, a qual leva o professor a prestar mais atenção e entender melhor o aluno, buscando questões desafiadores capazes de garantir maior autonomia moral e intelectual." Então para que avaliar? Como avaliar? Quando avaliar? -Nesse sentido o tutor como um ser aprendente, pesquis...

Domingando ou Larroseando...

Domingo além de ser dia de colocar a casa em ordem, fazer trabalho de tutoria, também tirei um tempo para Larrosa. Ao ler o  texto sobre a experiência, me pus a refletir sobre a educação a partir do duelo experiência/sentido. E as palavras fazem conosco? Vivemos num bombardeio de informações, mas elas não significam experiências, segundo o autor, pelo contrário, até nos distanciam delas, já que trocam instantaneamente. Que obsessão é essa pela opinião? E o periodismo que é a fabricação da informação e da opinião. Nesse sentido, a experiência é cada vez mais rara por conta do excesso de trabalho. Um componente essencial da experiência é a  capacidade de formação ou transformação!  E como o saber de experiência se dá? Na relação entre o conhecimento e vida humana. E será que a experiência se repete? O que difere experiência de experimento? Algumas ideias extraídas do texto "Notas sobre a experiência e o saber da experiência" de Jorge Larrosa Bondía.

Finalizando o domingo...

Após rever o pbworks das alunas estagiárias, as vezes fico a pensar.  Que profissionais estamos formando, se não conseguem cumprir com o combinado de postar as duas semanas de antecedência (que um terço da turma não posta), para podermos acompanhar e/ou sugerir alterações. Pois a ideia não é só preencher tabela, mas acompanhá-las antes de ir para prática da sala de aula.  Quando leio um planejamento, logo linko com meus 15 anos de sala de aula. Muitas vivências já passei e me realizo em poder auxiliar de alguma forma com alguma sugestão, por mais singela que seja, pode fazer a diferença para um aluno. Sabemos que as oportunidades são dadas a todos, e como você irá aproveitá-las é algo bem pessoal. As vezes me questiono quantas trazem para sua sala de aula, no caso agora no estágio, alguma vivência de uma interdisciplina? No que eu como tutora poderia melhorar minha atuação para modificar essa situação? Outro aspecto, é de especificar o que irão fazer na prática, não a...