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Domingando ou Larroseando...

Domingo além de ser dia de colocar a casa em ordem, fazer trabalho de tutoria, também tirei um tempo para Larrosa. Ao ler o  texto sobre a experiência, me pus a refletir sobre a educação a partir do duelo experiência/sentido. E as palavras fazem conosco? Vivemos num bombardeio de informações, mas elas não significam experiências, segundo o autor, pelo contrário, até nos distanciam delas, já que trocam instantaneamente. Que obsessão é essa pela opinião? E o periodismo que é a fabricação da informação e da opinião. Nesse sentido, a experiência é cada vez mais rara por conta do excesso de trabalho. Um componente essencial da experiência é a  capacidade de formação ou transformação!  E como o saber de experiência se dá? Na relação entre o conhecimento e vida humana. E será que a experiência se repete? O que difere experiência de experimento? Algumas ideias extraídas do texto "Notas sobre a experiência e o saber da experiência" de Jorge Larrosa Bondía.

Finalizando o domingo...

Após rever o pbworks das alunas estagiárias, as vezes fico a pensar.  Que profissionais estamos formando, se não conseguem cumprir com o combinado de postar as duas semanas de antecedência (que um terço da turma não posta), para podermos acompanhar e/ou sugerir alterações. Pois a ideia não é só preencher tabela, mas acompanhá-las antes de ir para prática da sala de aula.  Quando leio um planejamento, logo linko com meus 15 anos de sala de aula. Muitas vivências já passei e me realizo em poder auxiliar de alguma forma com alguma sugestão, por mais singela que seja, pode fazer a diferença para um aluno. Sabemos que as oportunidades são dadas a todos, e como você irá aproveitá-las é algo bem pessoal. As vezes me questiono quantas trazem para sua sala de aula, no caso agora no estágio, alguma vivência de uma interdisciplina? No que eu como tutora poderia melhorar minha atuação para modificar essa situação? Outro aspecto, é de especificar o que irão fazer na prática, não a...

Desvendando o mapa conceitual...

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Na sequência da disciplina de Tutoria em EAD: ambientes digitais e suas ferramentas, fomos convidados a construir um mapa conceitual a partir de leituras feitas sobre a metodologia interativa e problematizadora.  Já trabalhei com mapa conceitual no Cmaptools, hoje relembrei após as leituras feitas, rebusquei na memória como construir um mapa conceitual, segue o resultado:

A você mestre...

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Pensando nas estratégias...

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Após debruçar-me nos estudos do ESPEAD, passei a refletir mais sobre minha atuação enquanto mediadora, aquecida pela leitura sugerida pela profª Simone trago a contribuição de Nevado (2001), para favorecer essa construção, a equipe docente tem como uma de suas funções criar “situações de dúvida” (desafios), caracterizadas como um convite à reflexão e crítica sobre os pressupostos e as práticas pedagógicas, as crenças, os valores etc.. ( a verticalidade das relações, a transmissão etc.). E me questiono, que estratégias de problematização e provocação venho utilizando na minha mediação? Proponho estratégias de apoio à reconstrução? Boas provocações para se pensar!

Reflexões da manhã de fim de setembro

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Eis um grande desafio, a mediação EAD precisa "entender as entrelinhas"... Conforme a professora Simone a mediação envolve três elementos: aprendente, ensinante e conhecimento, tríade essa envolvida pelos recursos e ferramentas. E como está nossa relação aprendente x ensinante? Surgiram discussões que me fizeram refletir: De que adianta a tecnologia se continuo a transmitir conteúdos na lousa digital? Como trago essas ferramentas na sala de aula? Por que respondemos para um aluno de uma forma e para outro lidamos diferentes? A professora Simone remeteu a transferência de Freud. Opa precisamos do afeto(amor) para aprender, mas nos chamou a atenção também pelo ódio. Que condições eu crio para equilibrar essa tríade?

Novos desafios...

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